Cliquem e ouçam o que dizem "Os Invisíveis"
É incrível como este clipe de 2004 saca de um futuro de 2008.
Cliquem aqui no linque para ouvir os três cartunistas. Quem? Ora, pipocas, cliquem!!
É incrível como este clipe de 2004 saca de um futuro de 2008.
Cliquem aqui no linque para ouvir os três cartunistas. Quem? Ora, pipocas, cliquem!!
Quero explicar uma coisinha, que não é bagulho, que lástima, mas é importante. Recebi ainda agora uma twittada via e-mail sobre o caso do Pedro Dória. Ou estou lendo uns 80 blogs brasileiros que não dão a mínima ou a pessoa está enganada. Soube do caso através do Obvious, blog português, assim como sei da maioria das coisas de política brasileira através de publicações estrangeiras: NYTimes, LATimes, WashingtonPost, jornais franceses, enfim, vocês sacaram o espírito da coisa. D'O Globo recebo notícias de crime no Rio. Estadão e Folha passo ao largo, pois não assino.
Ontem dei-me ao trabalho de ligar para o Rio de Janeiro onde foi confirmada minha impressão. Apesar do Brasil ser uma república federativa, ao contrário dos EUA, que é uma união de estados, o presidente brasileiro não recebe divulgação no Brasil. E vou deixar o assunto por aqui para que blogueiros brasileiros interessados nesse assunto chato, política, se manifestem. Encerrada a coisinha.
O cientista mais tchã do universo parece brasileiro mas não é. É francês nato, da Occitaine, muito cheio de prosopopéia. Fala francês, inglês, espanhol e português do Brasil muito bem. Há certas figuras sem vergonha que ligam pra cá pra falar com ele mas deixem
que digam que pensem que falem. Não suporto vadias que dão em cima dos homens de outras. Têm mais que... aquilo mesmo.
Homem não tem vergonha na cara. Se a mulé dá mole ele aceita, por quê não? Lavou, fica limpinho, fedida fica a mocinha sem solidariedade às suas companheiras de opresssão. :Morram:
Meu marido vai a Ottawa a negócios. Deixo aqui uma foto dele para que babem à vontade. É meu. Só meu. Comida natureba faz bem. O resto das fotos está no Flickr, onde sou anarchic_universe. Remava no Sena. Agora rema nos meus braços. Até mais!
Show de rosas: clique, escolha uma, imprima, acabou.
Cortesia do seu Universo Anárquico®.
Há mais pra ver, siga os posts. Hoje é um bom dia!
Primeira Parte: Clique bem aqui.
E graças ao Xadai, do http://lombaxomba.blogspot.com (só clicar), há vários links de redação na rede anarchic_universe do del.icio.us de hoje.
Ninguém, só a mãe, pode entender e estar ao lado do filho, sem cobranças ou imposições. Na hora do vamos ver, na hora da penúria, só a mãe estará ao seu lado. É uma fidelidade canina, imutável, mesmo que você seja o maior fedapê.
No primeiro post sobre este projetinho, dei a lista de materiais necessários. Agora vamos à execução do projeto?
• Primeiro, que tal a parte no computador? Escreva no seu programa para uma cartinha bem amorosa sobre o que tua mãe fez por ti que te faz grato e que é causa de orgulho e de amor. Tive alunos que me pediam ajuda. Não se furte a citar autores de xarope (mencione a fonte.)
• Depois, faça o desenho que se pareça com tua mãe. Aí vale tudo. O meu projeto tem um desenho da minha mãe aos 50, mais ou menos. Pratique antes de fazer uma inserção no texto.
• Satisfeito? Agora é vez de escolher um papel de impressão excelente, livre de ácido, de maneira que sua impressão dure muitos anos. Imprima. Se puder ser resolução máxima, tanto melhor.
• O papel base não teve jeito. Perdeu a cor ao longo do tempo. Cole seu projeto, usando um mínimo de cola. Se sabe usar clipe para papel aberto e espalhar a cola assim, meus parabéns.
• Por fim, as estrelas e corações. Não seja sovina. Se não há pegatinas(stickers) auto-adesivas, você pode usar cola. Cuidado! Ou desenhos do Kid Pix®. Use sua criatividade.
• O último passo é a moldura de dois mil réis.
• Ah! Um embrulho em papel de seda, com laço, mais desenhos, pegatinas, tudo feito por você.
• Tempo para fazê-lo: umas duas horas.
• Meus alunos pintaram com esmalte pequenos vasos em azul, verde e amarelo, cores que não se transformam em marrom. Nestes colocaram mudas de flores. O embrulho também foi de papel de seda igual ao do projetinho.
• Flores recomendadas: calanchoas, begônias, e outras
flores de longa vida. Confiram no meu Flickr. Sou anarchic_universe por lá.
Estamos a pouqíssimos dias do Dia das Mães, você não fez nada e não tem dinheiro. Este projetinho, feito por uma classe de quarta série, também poderia ser feito por você.
Materiais necessários:
• programa para desenhar
• programa para escrever
• papel de impressora de boa qualidade
• papel cartão colorido
• cola
• pegatinas (stickers) de corações ou estrelas, auto-adesivas, ou não
• moldura baratíssima
(segue amanhã.)
Levei bomba no vestibular de engenharia embora houvesse vagas sobrando. Virei ripe-chique, dormindo na casa de amigos. Já tinha desordem bipolar. Ouvia Black Sabbath e King Crimson. Ia ver o sol nascer no posto 6.
Vejam um desenho que fiz nesta época. Um amigo guardou para mim.
Cliquem para ampliá - lo. É uma técnica que aprendi no ginásio do Instituto de Educação. Usamos Crayola© no fundo, cobrimos com nanquim e depois de seco o papel, o raspamos e/ou desenhamos por cima do nanquim.
Vocês aí, buscando idéia de presente feito em casa para o Dia das Mães, podem fazer um desenho de um coração multi-colorido embaixo do nanquim. O desenho com lápis cera deve estar bem saturado. O nanquim, se espalhado por cima com um pincel grande, de cerdas retas levará menos tempo para se espalhar e secar. Um pincel de um centímetro de largura, mas ou menos.
Ciquem para ampliar.
Obrigada!
O inferno astral ou karma é papo para esses livrecos de auto-ajuda em que as prosopopéias são as mesmas escritas milhares de vezes. A revista New Yorker, por exemplo,
cita Paulo Coelho e seus livros como um só livro repetido ad nauseum. O inferno astral, que é bem ali, além do horizonte, é movido pela culpa, pela covardia, pela ambição cega, pela procrastinação e principalmente pela deslealdade. Deixei de fora a crueldade, pois esta é uma característica além do inferno astral. Também deixei de fora a ganância, idem-idem.
Em ambos filmes mais comentados aqui na Grande Los Angeles, "There Will Be Blood" e "No Country for Old Men", os quais vi sem ler críticas, estava doente, a alegoria é a mesma: tanto o personagem do Daniel Day-Lewis, que trabalha em ambientes escuros e fogosos, quanto o personagem do Javier Barden representam os agentes do mal aqui na terra.
Quando o personagem do Daniel Day-Lewis termina com seu último oponente, ele diz -- "I'm finished". ( It's over.) Seu trabalho está encerrado. Podemos dizer que ele é o demônio. P.T. Anderson gosta de referências bíblicas, vide o "Magnolia" e sua chuva de sapos. A expressão "There will be..." é profética (e bíblica) em si. A língua inglesa é fortemente referenciada pela Bíblia. A melhor referência é a do King James.
No filme dos irmãos Cohen, "No Country for Old Men", o assassino de aluguel, impiedoso, é como o demônio em
"A Via Láctea" de Buñuel, o enigmático ator Pierre Clementi. Pierre Clementi é fichinha comparado ao assassino de aluguel, o Demônio, ator Javier Barden, no filme premiadíssimo dos irmãos Cohen. Em "A Via Láctea", o Diabo, Pierre Clementi, e seu companheiro, o Marquês, Michel Picoli, estão tentando pegar uma carona no caminho de Santiago de Compostela. Quando esta é recusada o carro do Sicraninho pega fogo a cem metros dos dois. Falta de caridade é castigada até pelo Capeta?
"No Country for Old Men" é uma visão do que acontece agora nos EUA. Na fronteira sudoeste as drogas estão entrando, a grana envolvida nas transações de cocaína ou meta-anfetamina é alta, e nossos tempos são diferentes. A violência é demais para as pessoas de antigamente. Ou não?
Fiquei pensando no que o Jack Nicholson realmente disse: Não há prazer maior que bater continência a uma mulher ao despertar. Considerando a fama de garanhão do Jack, fiquei pensando se a continência é a famosa tesão de mijo.
Vídeo sensacional. Logo aí abaixo. Cliquem na foto e em Tyba para saber a resposta.
Saquem estas fotinhas.
Parece... Pois é.
Nic está consertando este blog, que está cheio de links quebrados, segundo ele, que é o techie master da casa. Para quem gosta de fotos de mulé pelada, passe no grupo de contatos do anarchic_universe pavê uma senhora bunda de saltos número nove fininhos. O máximo da belezura.
Aqui vai o meu link: http://www.flickr.com/photos/anarchic_universe . De lá vejam contato Andrea Paccini e regalem-se com a bunda de salto alto. Esta é Miss legit; não é uma Miss Cangaíba.
E atrasadinha vai a foto da gente celebrando o Dia de Reis. O resto das fotos com os animais de estimação, a gata e o doberman, estão lá. Nunca deixem o aborrecente tirar fotos sem conferir e nunca deixem que desmonte a árvore sem conferir as fotos. Todos direitos reservados. Bom dia; Paz.
Adivinhe qual o disco e ganhe surpresinhas do iTunes. Gentileza do swanksalot, dono do B 12 Solipsism, de Chicago.
Boa sorte para você, clique para aumentar a foto e para ver as instruções. Além do jogo, dê uma olhadinha nos posts e links del.icio.us abaixo. Há muita coisa nova e boa.
Se você visiotu e gostou do Universo Anárquico(SM) assine por e-mail e receba-o em sua casa. Ou assine no triângulo e receba o feed RSS. Se você tem blog e se amaorrou na verdade, leve meu banner maluquinho para o seu blog. Obrigada e até amanhã.
Este é um convite para lançamento de um livro especial.
Sou apenas uma blogueira, apaixonada por fait divers (assuntos
variados) com vocabulário antiquado cheio de palavras estrangeiras, que gosta de música, inclusive.
A autoridade vera em música, sociologia e antropologia é Santuza Cambraia Naves
,Ph.D. Extendo a todos o convite recebido pela casa para o lançamento de "Por que Não?"
O livro, lançado pela Editora Sete Letras, deverá conter respostas abalizadas sobre esses assuntos abordados
casual e (ir) respnsavelmente no Universo Anárquico.
Se não encontrarem respostas neste livro, busquem-nas em outros, em outras publicações
de Santuza Naves Cambraia,autora, professora da PUC-RJ, inspiração e esposa de Paulo Henriques
Britto, o Poeta Laureado, tradutor, professor também. Uma casa com dois escritores deve ser BZ, imagino. Sopa de letras para refeições.
Fui ao Rio resolver assuntos de família. Era dia de São Jorge, 2003. Revi uma pessoa da FAU-UFRJ, que me deu a notícia da morte recente do Anísio Medeiros. Ele era mais que figura; era figuraça. Fui sua aluna em 1973, Desenho Artístico I (lápis, geometria) e Desenho Artístico II (cor: aquarela, pastel, cera pastel.) Anísio era amado ou odiado; nunca ouvi meio-termo. Sarcástico, ferino, sovina nos sorvidos elogios infrequentes aos nossos trabalhos, mordaz na crítica ao movimento estudantil, também foi o primeiro que não quis me chamar de Oiticica, sina dos que têm o sobrenome ilustre das Alagoas :P)). Chamava-me de Tina Harris e mais: converteu-me em uma espécie de musa do desenho artístico a lápis. (Já que era fraquinha no preto e branco.) Virei modelo.
--Não podemos começar a aula sem Tina Harris. -- Batia o pé e pronto.
Nos meus dias pré-professora USA, sempre atrasada então, com roupas escalafobéticas, tipo filmes de Tim Burton, posava e batíamos papo.
Lembrei-me disso hoje, ainda agora, quando tomava meu café da manhã/almoço/natureba. (Desculpem o atraso do blog. Estamos a menos seis horas do horário de Brasília.) Tentei alugar o filme Macunaíma, baseado no livro Macunaíma; não havia. Consegui o Bye Bye Brazil. (que pobreza as referências à arte brasileira na Net.) Anísio Medeiros, mãe, mesmo que malvada, de seus queridinhos, do Piauí, talvez com certo carinho pelos alagoanos e desprezo por essas baboseiras de sobrenome famoso. Daí, Tina Harris. A cor, em cera pastel, pastel ou aquarela, foi meu triunfo perdido nos arquivos da FAU-UFRJ, porém bem aprendida. Passei com dez, sem nenhuma das minhas provas comigo. Vocês acreditam?
Anísio zoava a política em sua seriedade ortodoxa. Não sabia até uma lida rápida na wikipedia que ele também foi da política. Zoava os puxa-sacos, os hispanos, ricos e pobres, não deixou pedra sobre pedra. Porém, enquanto a FAU-USP pode ter tido seus dignatários, modernos e estilosos, nesta era 73-78, a FAU-UFRJ teve grandes nomes, medalhões da arquitetura ou da arte brasileira. L.P.Conde, meu professor de planejamento urbano, enfrentou um arquiteto de renome por princípios de liberdade criativa. Conde tinha idéias de planejamento inovadoras; mandou seu recado bem. Joca Serran, morto em acidente trágico aos 36 anos, sonhava com planejamentos paisagísticos e urbanos abertos à imaginação do estudantado. Alfredo Britto, de história da arquitetura, meu "muso caboclo," com olhos amarelos, meio temperamental, de tudo sabia. Nora Rónai, não dava sopa, era professora medalhão de geometria descritiva, meu amor masóqui pois me reprovou. Maurício Houaiss, era o professor de cálculo I e II. Não sei o que defendiam politicamente e não importa. A FAU-UFRJ de 1973-78 foi o máximo dos máximos e Anísio Medeiros a estrela-mór desta constelação. Anísio gostava de contar dos truques usados para fazer a feijoada de Macunaíma, por exemplo: pedaços de esponja imitavam carne, anilina negra era feijoada na piscina do Parque Lage; dos detalhes da cabeleira maravilhosa da Betty Faria, feita de luzes de árvores natalinas, no Bye Bye Brasil. Cada detalhe cênico ou artístico vinha acompanhado de comentários pessoais dispensáveis ao meu relato aqui.
Cada filme em que Anisio Medeiros, casado e pai de filho, era ou cenógrafo ou diretor artístico, ou figurinista, a gente via rapidinho pelos detalhes importantes para nossas carreiras depois de formados ou para nosso acervo de buxixos (fofoquinhas.)
Hoje conversei até cair a linha com esta pessoa que me contou um pouco, no dia de São Jorge, em 2003, da morte do Anísio. Estava eu no Rio a assuntos de família, para variar, pois há viagens e viagens, nem sei onde li isso. O que sei é que Anisio enriqueceu o folklore da FAU-UFRJ sem ser fofo Caetano. Víbora, cascavel, mito dos que o conheceram, sua memória perde-se no pó das gerações que confundem a Tropicália de 1968 com a Semana de 22. Faço a digestão de um almoço/café natureba/vegetariano, pasmen, comedido: bacon, linguiça, ovos, panqueca, café, morangos e grapefruit, tudo natureba sem carne. Tinha lido sobre o tal do Capitão Nascimento no Orkut e não resisti para comentar sobre aquele que não é fofo como o Caetano e que teria a idade da minha mãe, o grande artista, cenógrafo, arquiteto, figurinista, genial, meu grande professor sobre cores ( o rosa colonial é terracota mais branco) Anisio Medeiros. Que estenda suas asas de carcará sobre nós.
Somos a geração sanduíche, portanto, de ex-magras,
implacavelmente zoadas, de homens distintos mas carecas, somos cheios
de mazelas que não merecem nada mais que um revirar de olhos (de novo? Lá
vem.) Somos os velhos, não os velhinhos.
O esquema funciona assim: nossos pais na casa dos oitenta, nós na casa
dos cinqüenta e tal e os filhos com quase trinta alguns, outros ainda
adolescentes. O conflito, que não é o do Fagner, Petrúcio Maia e
Climério de 1976, grande sucesso do cearense acompanhado do
pernambucano Robertinho de Recife pré-água oxigenada, este conflito vai
assim, o nosso e o do Fagner, com 55 anos, nas minhas contas. Uma revelação.
Nós ainda damos para quebrar uns galhos. Logo, que se danem nossos ais. Nós ainda temos
mesmo que ilusória, a paixão pela vida que nos resta. Queríamos talvez aquele
corpinho de ninfeta anos 60, Lolitas que muitas fomos. Diz o sábio
Dr. NFR que o maior e melhor órgão sexual do corpo humano é o cérebro.
Não é formado em biologia mas francês por natureza entende de filosofia.
Meus amigos da jornada deste bloguinho que só ontem descobriu a reforma
Google - a barra Google - duh! - que melhorou consideravelmente a
visibilidade do Universo Anárquico, meus amigos invisíveis, usuários
ambi-sinistros(ou ambi-canhotos) da velhinha www 2.0, não temam.
A geração sanduíche somos nós na meia idade, ainda não tão velhos assim, conhecidos como "baby boomers" aqui nos EUA, nascidos entre 1945 e 1964. Sou eu, sou eu! Que nem o velhinho (outra geração) que levanta a mão radiante quando indagado sobre quem vai trepar naquele dado dia do encontro de sexologia, mas isso é outro assunto. Diz o sociólogo Sergovksi Novastrovski de UCSD que o Brasil teve um mini-boom populacional depois deste manjadíssimo do após-guerra. Não discuto sociologia nem antropologia, do último tópico fico com o antropo sem lógica ou saber.
De velhinhos há piedade, peninha, auto-peninha, exceto os trogloditas que não receberam educação=bons modos. Infelizmente são muitos os herdeiros da filosofia "Sem Destino" da minha geração. Filhos tardios, como o GHR, ou netinhos cheinhos de vontades. Fora os filhos adultos, criados a la volonté, desde os Ataris aos benefícios de ajuda $$$ que os pais da minha geração, a mais abastada e educada formalmente dos EUA, pode dar.
Nem velhinhos têm pena dos velhotes de meia-idade. "Dou meus cem pulinhos todas as manhãs." "Sua mãe não se embagulhou assim, olha que barriga." É a doença implacável dos que chegam perto da hora, independente de religião. Falou um amigo que não há religião que segura a barra na hora agá. Olhem que ainda estou na hora F. O
u G. Excelentes acordes para guitarra. Não acham? Olhem a pose da minha mãe, uma mulher dada a flertes, seca ao toque, ao ponto de fazer crer que nasci da Imaculada Conceição. Jo em 2001. Com eternos 20 anos. E você?
"Meu filho, meu tesouro" era um livro indispensável para pais e mães nos idos dos anos 50-60. Voltei, conforme o prometido por dois motivos.
O primeiro é a tosa que GHR levou para se preparar para a reunião com o Distrito Escolar. Também eu cortei o cabelo. Estava chapinha mas agora está somente mais modelado e de volta ao negro. Robert arrumou uma trança? Gabi usa óculos agora.
Diz um ditado, que não é do "We Are the World", que a única maneira de parar de dar é continuar dando. Conservando o que posso das minhas pregas, gostaria de compartir com vocês as fotos recentíssimas das duas pessoas mais significativas da minha vida: meu marido, Nicolas F. Rouquette,Ph.D. co-autor de Remote Agent, do Deep Space One; podem ver na busca do Google. A outra é pedaço de mim(Tô aqui! tô aqui!) meu filho único Gabriel Francis, com o pai, meu amor único, pois se acabou não era amor. Quanto a mim, vocês me conhecem com vários nomes, de tribufu a velha etc. e tal.
A camiseta do Gabi é da butique DiLithium, o desenho é do Escher. Meu marido é do sul da França. Está com aquela cara de orgulho besta depois de descobrir que Gabi se deu bem nas provas.
Qual é o segundo ponto na agenda?
Havia uma vez
um gato pedrez
que soltou um pow
para nós três
Um dia de sua vida solitária, trancafiada em sua mansão totalmente capitalizada pelo banco, Preta Preta Pretinha teve um sonho. Há muito não queria ser uma negra gata, azarando o povo por aí. Queria azarar no bom sentido, sair por aí, abrir as janelas e portas, encontrar algum outro gato para compartir suas ansiedades felinas. Como na música dos Novos Baianos F.C. Implicava com seu nome. Ora veja, um nome com arremedo de reduplicação e diminutivo ainda por cima! Ela deveria se chamar Kitty, um nome real de gata e estrela de cinema socialite, a legendária Kitty Carslile. Preta Preta Pretinha já havia visto "Uma noite na ópera" um trocentão de vezes, onde a linda Kitty cantava. Quem iria ouvir cantar uma Preta Preta Pretinha? Já uma Kitty branquinha era caso diferente. Este é o sonho da Preta Preta Pretinha.
São cidades sem democracia social. O pessoal dos ônibus, cuja hora de trabalho é quase nada na Belíndia, o pessoal dos ônibus e carros cacarecados daqui. A indiferença de ricos relativa à caridade ou ajuda social, vide o Bill Maher, que se diz esquerda -- esquerda é demodée -- sou libélula sem rótulo que este.
Fui a Los Angeles ontem. Onde os prédios se chamam Vista mas não têm view. Mais ou menos como o MSoft. :=P)
Minha faculdade, a Universidade de Southern California, é assim no ghetto; aquela passagem de "Homem branco não sabe pular" acho que é das cercanias da 'SC. Eram casas de ricos que viraram casas de pobres por causa do white flight. Nossa cidade, pau-a-pau com SP-SP é a segunda do país. Temos conflitos étnicos desde sempre. Ou ficamos em casa ou vamos a restaurantes. Com cuidado. Aos museus. Se a contemplação das artes trouxesse mais harmonia. Se o se jogasse, cala-te boca. Me disseram que o Botafogo perdeu.
No Brasil o dinheiro compra o tom da pele. Aqui não há identificação de tons de pele ou classe nas certidões de nascimento. Meu vizinho negro retinto acha que sou African-American. Dizem no Los Angeles Times que o Brasil é 80% negro. Outros acham que somos ladinos, cristãos novos. Não importa. O filho do Pelé é branco. Mudou tudo. Será?
(cont. amanhã)
Este Link os levará não só direto às Google Images dos dois blogs, o grandão Universo Anárquico e o chiquitito Anarchic_Universe.
Além disso, as fotos inéditas do fruto dos nopales, ao vivo e descascado, pronto para comer, parece mamão. No mercado, 2 dólares cada. Aqui, free.
Anarchic_Universe Link Clique por favor. Minhas fotos são para uso com atribuição pra fonte.
Obrigada.
Ah! Post sobre Os Mutantes -solo- Sérgio Dias
no Anarchic_Universe.
Em meu post sobre post diarinho, lá pra trás comecei a explicar que:
• Ponho mihas idéias no papel: lista,fluxograma, outline(Wikepædia.)
• Teclo tudo no template já pré-organizado.
• Dou uma revisada no texto.
• Enquanto vou fazendo isso penso nas figurinhas a inserir.
• No caso de Safari, o código se trasforma em fotos, itálicos, negritos. Em Firefox aqui no Typepad, há a folha de HTML e a de composição. Para obter o HTML "vivo" arrasto o mouse sobre o HTML e o copio dentro do ícone de link.
• Vamos a um texto mais simples que o do primeiro post.
batatinha quando cresce
esparrama pelo chão
se você me tinha paixão
por quê levou meu chiclets
• Deixo aberta uma janela do meu blog e do meu Flickr.
--em batatinhas vou arrastar o meu mouse e jogar no link o permanent link de uma piada que não impressionou o J.noronha. O permanent link aparece lá no URL quando aperto em permalink do post. Arrasto o mouse sobre o permalink e o jogo no balão de links. Em HTML seria:
<a href="asnjaksklklaskl">batatinhas</a> onde "asnjaksklkaskl" seria o permalink, batatinhas a palavra que você escolheu para esconder o link, >maior que, barriga pra frente, e depois o par </a> de <a href.
HTML é uma linguagem tosca, primitiva que exige pares, o primeiro contido em < ............> e o último em </...........> Embed dizem que é "pesado." Vocês podem embutir o link, o URL está lá em cima.
Pausa para a arma que não falha: NFPR.
Há 18 anos meu marido e eu atamos os laços matrimoniais com a benção do reverendo X e do estado da California.
Voltamos ao mesmo hotel com elevador transparente para celebrar, desta vez com o nosso filho único gaté pourri.
Aborrecente dá muito trabalho. Já tem eu de aborrecente. E Nicolas. E o tr00 Gabriel. Gosto desta foto e resolvi rachá-la com vocês. Ela é sobre ser e estar. A camisa é comemorativa do Deep Space One, projeto premiado em que Nicolas fez o agente remoto. Não uso maquiagem só batom muderno (Fausto Nilo.) Agora quero ver o que acontece em Whiting, Indiana e com Dado, mó batalha, bicho. Ivan, o meu par de óculos é Flamengo. Flavia -xuá?
Ainda vou arrumar as fotos no flickr. Dei o endereço errado:
www.flicker.com/photos/anarchic_universe/
Esta foto é da Andrea Paccini com ©. Trouxe o link. A modelo é linda, que olhar, que maquiagem perfeita para negras. Tons dourados e rosados ao redor dos olhos.
Há várias coleções dedicadas à beleza da mulher brasileira. Beleza indiscutível, por sinal.
Para acompanhar este olhar fabuloso, cliquem no link e ouçam a Gal no escuro cantando "Este seu olhar" do Tom Jobim.
Feliz aniversário # 1 Universo Anárquico
Gal canta "Este seu olhar"
O quem são no post "sobre o algo mais" do Google tá valendo.
Cinco primeiros comentários, uma fotinha para cada um.
Ganharam passagens pra Lua via PanAm. Vi o bilhetinho de um deles. Levaram cano. A PanAm foi pras ... , dançaram.
Close-up from Ipanema -- Favela do Vidigal
Realeza Musical: Gal Costa, Gil [zheel] , Bethânia and Caetano. Doces Bárbaros.
Esta fruta tem em árvores macho e fêmea. As inflorescências são de um ou outro sexo. Se não houver as famosas abelhinhas e aves, não haverá frutos.
Hoje, graças à tecnologia, as árvores são híbridas, ou bi.
Daqui a umas horas, 16:00 de Brasília, foto de guria quase pelada, quase. Se não fosse o quase ... O Botafogo seria campeão. Não é. Mas num tá baum, Kid Limão?
Pronto: Quase pelada. Tristinha... É que Daddy não ligou...
Só pra encerrar o expediente. O Google não me indexou na luta de foice no escuro para constar lá em cima nas buscas do Grande Mapa Dahmer da Blogosfera do Brasil.
Com a Raposa Fogosa/FireFox os links tornam-se vivos. Comentários: 317.
Estudei as formas das terras e suas longitudes e latitudes. Na próxima.
Tio Google não me indexou, só pessoal que soube fazer os tags ou gente grande: Cardoso, Inagaki, Jacaré, Sedentário, sei lá.
Mas um SE me indexou! Nem sei quem é. gabizago, você tem razão no papo do blog pequeno. Não entendi por quê ninguém quer tentar a tradução. É mais mole que abraços de sultão na 200o/ mulher.
Hoje deu 88 F. Quase desmaiei. Isso é 88-32= 56
56/9= 6,qq coisa. 6,22 x 5= 31,1 Celsius. Parecia as calças daquele senador do meu estado. Skici quem é?
Achei no outro post esses dois vídeos dos malvados.com.br lá no Google Images. Aí fica saindo e voltando à Internet. Será que Daddy gOOgle fez uma das suas? Achei muito legal os dois vídeos. Nas escolas de arquitetura e design a gente aprende a fazer letras em maiúsculas. Criar confusão, deve ser inevitável para barraqueiros (como eu.)
Sei tanto sobre o Andre Dahmer quanto todos: tudo e nada. Ele parece ser um Chacrinha jovem e magrinho com barbichinha pelos desenhos. Os papos no blog ou nas tiras são Chacrinha puro: "Vim pra confundir não pra explicar."
Se vocês comprarem os livros, virem os videos e velocidade no traço, firme, determinado, vocês entenderiam por quê gosto de seu desenho. Simplicidade é difícil. Vejam o ius communicatio. Parece simples? Faz.
Recomecei o novo livro de poesia do Poeta Laureado. "Tarde", Co. das Letras. PHB. Tenho um balde onde torço meu lencinho pra congelar as lagrimas. Plágio de uma figura retórica do Edward Albee.
Gabriela deu a dica, naveguem mais. Gostaria de saber quem é que pergunta tanta besteira sobre sexo.
E gostaria de fazer uma entrevista do
andré dahmer">André Dahmer com os comentaristas aqui do BLoGuXo. Será? Um bloguxo n00b?
Sabiam que os três pontos dos 2 olhos e boca do
andré dahmer malvados">Malvadinho formam um triângulo áureo?
--Trazes um chá, Gabriela?
Escolham as fotos, gente fina. Cumé que o Tiozão lá em Mountain View já tá no telefone? Deve ser jantar. Só atendo se me indexar na frente de todos. Epa! Ai! Me classifiquem junto com o Gil. Quem teve a coragem de destruir as estruturas de blogs foi o Gil! E fui eu!
Chega de Anárquicos Universos. Treinem o inglês no Anarchic_Universe. O link do Poeta taí.
Aê, um deles sou eu!©Anarchic_Universe, 2007
malvados -- By Andre Dahmer.
Tem muitos lusófonos que não conhecem o dialeto carioca. Ouçam 39 segundos na Livraria da Travessa. Pra galera que não suporta o chiado nosso, sorry periferia. You Tube de Cadernos Brancos.
Falo quase assim. Quase marrento. Marrento fala djivagahhh. O André Dahmer fala muito rápido. Não aparece bem mas parece com os seus desenhos de auto-quadrinhos. Acho.